Unidade Brasília/DF

Desde o início do funcionamento da Coopervap, o mercado de Brasília era o principal alvo. O primeiro distribuidor dos produtos em Brasília foi o sr. Franz Botelho, ainda em 1963. Em 1964 o sr. Vasco Praça assumiu essa responsabilidade, mas como representante da cooperativa, por meio de sua firma particular, a Coreli. A colocação dos derivados, como a manteiga e o queijo foi mais fácil que a do leite. A conquista desse mercado só conseguiu se efetivar a partir do momento em que houve uma certa estabilidade da produção e uma maior capacidade de armazenar derivados, o que permitia usar uma parte maior de leite para essa produção e escoá-la, gradualmente, no período da seca, quando toda a produção captada deveria ser encaminhada para a manutenção do leite pasteurizado.

As experiências de terceirização foram interrompidas a partir da criação de uma filial para distribuição dos produtos, criada em 1966, após as várias tentativas acima referidas. Mas a luta pelo mercado continuava. Com uma distribuição irregular, feita diretamente pelos funcionários que levavam o leite nos caminhões, não havia a possibilidade de se estruturar, de fazer previsões e planejamentos. Criada a distribuidora, ainda havia a luta pelo mercado que era competitivo e, de acordo com Carlos Borges, atual gerente da distribuição em Brasília, pouco ético.

Em 1968, foram feitas várias negociações no sentido de criar uma cooperativa central em Brasília, que chegou a receber o nome de Hermida. A função dela seria centralizar  toda a distribuição do leite, em busca de obter melhor negociação e melhores preços. Essas negociações não chegaram a se consolidar e a situação continuava precária.

O leite pasteurizado era inicialmente engarrafado, numa garrafa de boca larga, de vidro grosso. De acordo com o sr. Vasco Praça, a máquina de engarrafar era muito cara e a Coopervap conseguiu uma quebrada, emprestada da Itambé, que foi consertada pelo sr. Ascânio, funcionário da cooperativa. A aquisição de uma máquina francesa de empacotar solucionou o problema de envasamento e facilitou o transporte e a venda do leite.

A distribuição do leite foi terceirizada para o sr. Alírio Mendes Teixeira, tendo sido retomada em 1987. A partir daí, apesar de frequentes problemas, a conquista do mercado de Brasília só cresceu. Carlos Borges diz que o momento mais difícil pra ele foi o retorno d cooperativa ao mercado de Brasília, que tinha sido terceirizado durante 10 anos. Era uma marca forte, um nome respeitado, mas tinha que retomar a comercialização. Assim, lança o leite e em 6 meses, é a 3ª no ramo em Brasília.

O reconhecimento da importância dos Produtos Paracatu no mercado da capital resultou na doação, pelo Governo do Distrito Federal, de uma área par a construção da sede própria em Brasília. Em 2002, essa nova sede foi inaugurada com a presença do Governador do DF, o sr. Joaquim Roriz e vários cooperados, além, é claro, do diretor presidente da Coopervap, o sr. José Edgar Novais Pinto Filho.

Apesar de todas as dificuldades, o nome Paracatu se fixou como marca de qualidade no mercado do Distrito Federal. De acordo com o sr. Carlos Borges, o setor de lácteos representa hoje, 60% do faturamento da Coopervap e é de fundamental importância, até porque ele é recebido direto dos produtores e é a razão de ser da cooperativa. Basicamente, 90% dos produtos originários da indústria são vendidos em Brasília. A garantia de bons mercados é também a garantia de bons preços pagos aos produtores. A distribuição de produtos em Brasília garante a indústria e a indústria garante o mercado de Brasília, devido à sua qualidade.

Em Brasília, a marca se torna líder de mercado em leite e em manteiga. Os Produtos Paracatu são da mais alta qualidade no setor e reconhecidos por isso.

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